Games 4Evil! - Tudo sobre games

Novidades, análises, prévias e mais sobre jogos


    Rádio Crítico #01 (A Thousand Suns)

    Compartilhe

    Klaus-Meine


    <b>Data de inscrição</b> Data de inscrição : 07/01/2011
    <b>Mensagens</b> Mensagens : 534
    <b>Pontos</b> Pontos : 695
    <b>Avaliações Positivas</b> Avaliações Positivas : 48
    <b>Frase</b> Frase : Quando Chuck Norris usa óculos escuros, é para não ofuscar o sol com o brilho do
    <b>Status</b> Status :
    Online
    Offline

    Rádio Crítico #01 (A Thousand Suns)

    Mensagem por Klaus-Meine em 3/11/2013, 02:03


    A | Thousand | Suns - Linkin | Park

    Conceitualismo: ★★★★★
    Surrealismo: ★★★★
    Melodia: ★★★★
    Letra: ★★★★
    Criatividade: ★★★★★
    Agressividade: ★★★★★
    Composição e Produção: ★★★★★
    Estilo: Pop ★★★ Experimental ★★★★★ Rock ★ Eletrônico ★★★★ Hip Hop/ Rap ★★★★
    Nota Geral: 91 / 100

    Por menos que possa parecer, A Thousand Suns se faz um disco extremamente agressivo e apocalíptico. Com pegadas melancólicas e batidas entorpecidas, passando por gritos surreais a baladas extremamente instáveis, o Linkin Park conseguiu, em 2010, entregar ao público um trabalho que provavelmente ficará marcado como um dos álbuns mais estranhos de todos os tempos.

    Como conseguir criar algo que seja agressivo, que fale sobre a autodestruição humana com armamentos criados para o preenchimento do ego, de forma tão sutil?
    A questão aqui é que o Linkin Park conseguiu criar isso sem expôr o ódio na melodia, mas sim na letra. É como um paradoxo.

    Tudo tem início com uma mensagem de esperança; com uma súplica por todos nós. Mas logo em seguida, o clima tende a ficar denso, menos esperançoso e, somos então apresentados com o célebre discurso da morte de Robert Oppenheimer, criador da bomba atômica. O que dá início a primeira real faixa do disco: Burning In The Skies.

    Daí em diante, somos apedrejados com uma mistura revoltante de ódio, guerra, entre curtos períodos de tempo com baladas mais esperançosas. Tendo o disco, seu ápice em The Messenger, um som quase acústico que trata sobre o início, a esperança.

    O que temos aqui, não é um disco fácil de digerir, muito menos um disco regado de singles; mas sim um disco composto por etapas, como em um filme bem produzido.
    Talvez isso o tenha tornado desagradável para a maioria dos fãs, o que é normal para tipos de trabalhos como esse, que são únicos e memoráveis.



      Data/hora atual: 6/12/2016, 10:08