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    [ANÁLISE] Crash Bandicoot 3: Warped

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    LeonMaster


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    Aprovado [ANÁLISE] Crash Bandicoot 3: Warped

    Mensagem por LeonMaster em 28/5/2014, 17:09


    Bom, vou reservar um tempo para escrever análises sobre jogos antigos, coisas que certamente qualquer um pode pegar um emulador hoje e jogar. Não sei se no Brasil jogos contam como pirataria criminosa se você vai num site, baixa um jogo e usa para apenas seu lazer, como acontece com as músicas. Por esse motivo, não vou colocar o link para download. Se quiser se divertir mesmo, corra atrás e não deixe de jogar, afinal tem muita coisa boa ainda pra jogar, sem depender de lançamentos que nem sequer sabemos como é realmente. Claro, darei prioridade a coisas que eu joguei e gostei. Quem quiser deixar uma sugestão abaixo é bem vinda para as próximas, se houver é claro...

    Enfim, aqui inicio minha análise e, desde já, agradeço a quem dedicar alguns minutos a sua leitura.


    Crash Bandicoot 3: Warped é o terceiro jogo da série Crash Bandicoot e foi lançado pela Naughty Dog para o PlayStation.

    Após Dr. Nitrous Brio e Crash Bandicoot terem destruído a estação de Cortex, um dos pedaços foi parar na Terra. Ele cai em um monumento antigo, libertando uma entidade do mal, uma máscara com nome Uka-Uka (irmão de Aku-Aku) que possui poderes sobrenaturais.


    Melhor organizado

    Crash Bandicoot 3 melhora algo que já havia sido simplificado com seu jogo anterior: os níveis de fases. O esquema de botões numerados que levam a outras dimensões/lugares no tempo é algo realmente caiu bem na franquia e facilita as informações ao jogador, dizendo o que foi feito, além de ficar com um design mais elegante. A câmera também foi melhorada, levando a uma visão mais correta do que acontece na tela, evitando quedas desnecessárias em buracos mal focalizados.

    A trilha sonora continua tão certa quanto era!

    As fases contam com músicas características, sendo que cada vez que você entra num lugar, pela música você já tem noção que um lugar se conecta ao outro, além de ser precisa, colocando músicas árabes em locais que remetem a Arábia, músicas medievais nas fases que remetem a Idade Média, músicas agitadas para fases de corrida, músicas relaxantes para fases com jet sky...

    Os chefes são desafiadores no seu estilo

    Não espere encontrar chefes de nível com características semelhantes. Cada um tem seu estilo e a dificuldade vai sendo elevada exponencialmente. Enquanto Tiny Tiger vai parecer um anjo pra você quando derrotá-lo numa segunda partida, N. Gin poderá ter o desafio tão cascudo quanto foi a última vez. Apesar de existirem padrões no jeito de atacar, a dificuldade não facilita mesmo para quem joga já a quinta vez.

    Dessa vez nosso herói tem reforço imediato!

    O jogo também conta com a participação de Coco, irmã de Crash, dessa vez jogável. As fases dela são relativamente simples, como montar num tigrinho chamado Pura e dirigir alguma coisa. Não é algo espetacular, mas pela diversidade de personagens, é muito boa a inclusão. Afinal, todo Batman precisa de seu Robin, e com Crash não é diferente... *rs*

    Gráficos exuberantes no PSOne

    Sem dúvida nenhuma, o jogo apresenta a melhor qualidade gráfica do PlayStation. A bela direção de arte da Naugthy Dog, com a construção bem polida dos personagens, juntamente com a simplicidade, faz de Crash algo incomparável. Nisso ninguém pode reclamar ainda hoje.

    Vida longa ao rei!

    O jogo em si, apesar de ser terminado facilmente em uma tarde, garantindo um gameplay de seis a oito horas, os extras são interessantes e dão uma boa sobrevida ao jogo. São fases bônus, fases escondidas, corridas contra o tempo, fases com caminhos diferentes... São muitas coisas mesmo, ainda mais contando com as fases liberadas após os longos créditos. Sim, isso é um spoiler, mas é do bem, afinal eu desligava o console antes e demorei pra descobrir.

    História tão simples quanto à jogabilidade...

    Simplesmente a história segue a da série, dando ao jogador apenas o pensamento que o mal está vindo e precisamos combatê-lo. Isso é algo que já foi e ainda é bem explorado, por mais que os meios sejam diferentes, quase sempre encontramos enredos assim em novos blockbusters. Crash simplesmente vai progredindo em busca de acabar com os planos do Dr. N. Cortéx. Apesar de simples, fecha muito bem com a temática da série, que busca divertir sem triturar nossos miolos com teorias macabras.

    Para de falar, máscara maldita!

    Algumas fases, a maioria que eu me lembre, contam com um vídeo da máscara do bem, Aku-Aku, falando algo que, pra maioria passa batido. Realmente nunca parei para ouvir, afinal aquilo pouco acrescenta ao jogo. Por sorte, o jogo dá a opção de saltar a cena e partir logo para o jogo. Evitando o tédio totalmente desnecessário que repete toda a hora...

    Considerações finais

    Creio que a maioria absoluta já jogou o terceiro capítulo da série Crash Bandicoot, afinal ainda hoje é a lembrança que nós jogadores temos como o melhor jogo da franquia, apesar de render mais uma penca de títulos de medianos a medíocres fora das mãos da Naugthy Dog. Sem dúvida, ainda hoje, entregar um entretenimento desses a alguém, é colocar um sorriso no rosto da pessoa. Quem gosta de jogos antigos, pode jogar que vai curtir. Quem não gosta, vai ver que os gráficos datados passam batido. Enfim, o jogo ainda hoje é algo fantástico, merecendo ser revisitado quantas vezes forem possíveis. Quanto a um remake, seria algo genial, mas fora das mãos da ND, dificilmente veremos essa joia em alta qualidade, apesar de ser algo desnecessário a diversão.

    Mulder


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    Aprovado Re: [ANÁLISE] Crash Bandicoot 3: Warped

    Mensagem por Mulder em 30/5/2014, 14:00

    Muito boa a análise.

    E que eu saiba, não é pirataria emular um jogo caso você tenha o CD original. Do contrário, é sim considerado pirataria.



    Atenciosamente, Staff Games 4Evil!

    LeonMaster


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    Aprovado Re: [ANÁLISE] Crash Bandicoot 3: Warped

    Mensagem por LeonMaster em 30/5/2014, 14:16

    House escreveu:E que eu saiba, não é pirataria emular um jogo caso você tenha o CD original. Do contrário, é sim considerado pirataria.
    Hmm... Deve ser mesmo... É que a gente confunde as legislações na internet, por causa que vira uma terra sem fronteiras.

    Eu citei músicas como exemplo, que nos Estados Unidos é crime fazer o download ilegal de qualquer música com direitos autorais sem pagar a autorização.

    Acontece que no Brasil, ao que me lembre, pelo menos uns 3 anos atrás, fazer o download não era crime, mas sim gravar o mesmo e disponibizá-lo para venda numa cópia pirata do CD.

    Enfim, vou pesquisar, mas creio que você esteja certo mesmo House. A única coisa que eu me lembro de jogos que podem ser jogados pelo tempo em desuso são os conhecidos "abandonwares", mas eles tem que ter 50 anos e desinteresse da empresa...

    É uma piada isso... Só pode... uashsuahushausha

    mr_bean


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    Aprovado Re: [ANÁLISE] Crash Bandicoot 3: Warped

    Mensagem por mr_bean em 30/5/2014, 14:58

    Saudades Crash ='( e eu sempre chamei a máscara de Bubega, nem sabia que ela tinha um nome mesmo.

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    Aprovado Re: [ANÁLISE] Crash Bandicoot 3: Warped

    Mensagem por Conteúdo patrocinado Hoje à(s) 03:47


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